2 de dezembro de 2013

Circuit Stickers: Monte circuitos com etiquetas eletrônicas

Foi lançado um kit temático baseado no littleBits, chamado littleBits KORG Synth, um curioso brinquedo de montar que combina a mágica da eletrônica com a simplicidade dos bloquinhos de Lego:




Dois jovens empreendedores resolveram captar recusos via crowd funding para lançar um novo um produto que possui o mesmo espírito de inovação dos littleBits, porém com um tempero diferente — o Circuit Stickers da Chibitronics — componentes/circuitos eletrônicos montados numa base flexível e auto-adesiva, o que permite que o usuário combine a mágica da eletrônica com a arte da colagem:



Este produto nasceu de um projeto de pesquisa de Jie Qi, estudante de PHD do MIT Media Lab (local onde também nasceu o littleBits e o bloco programável da Lego) cujo foco era de combinar artes manuais com circuitos eletrônicos. Em janeiro deste ano ela se encontrou com Bunny, um hacker e diretor do Studio Kosagi de Singapura que fabrica circuitos flexíveis e também estudava novos usos dessa mídia e daí nasceu a idéia de usar um adesivo condutor de eletricidade como meio para colar circuitos eletrônicos sobre uma base de papel, unindo-os com qualquer tipo de mídia que conduza corrente elétrica como tecidos e tintas a base de carbono e até fita de cobre auto-adesiva.



O potencial criativo e didático desse sistema é enorme, já que ele possibilita que pessoas de todas as idades possam aprender elementos de eletrônica básica de maneira divertida com a mesma facilidade com que uma criança aprende coisas na escola, ou seja, rabiscando desenhos e colando figuras num caderno:



A empresa já conta com diversos componentes e até já criou e colocou em pré-venda um kit básico (US$ 25) e outro de luxo (US$ 89) que contém todos os elementos básicos para que o usuário comece a brincar com esse sistema. A intenção do crowd funding é para ajudar a financiar a pesquisa e desenvolvimento de novos componentes, ampliando assim a sua biblioteca de recursos.




Para aqueles interessados em saber mais dessa iniciativa e até investir nesse projeto visite a página do Circuit Stickers no CrowdSupply e o site da Chibitronics.


Fonte: ZTop

29 de novembro de 2013

Conselho de um professor de marketing: "não compre nada na Black Friday"

Para quem não sabe, nesta sexta-feira acontece, no Brasil e em mais alguns lugares do mundo, a Black Friday. E, para quem acha que vai fazer ótimos negócios aproveitando as ofertas da Black Friday, Stephen Hoch, professor de marketing da prestigiada escola de negócios Wharton, da Universidade da Pennsylvania, tem um conselho: não compre nada nessa liquidação.



Hoch produziu uma série de estudos acadêmicos que propõem maneiras de avaliar o valor do tempo para o ser humano. Numa entrevista ao site AllThingsD, ele explicou sua visão da Black Friday. É uma visão que se aplica mais aos Estados Unidos do que ao Brasil. Lá, longas filas se formam em frente às lojas já na tarde de quinta-feira.

Para Hoch, esperar na fila é perda de tempo. E tempo é, realmente, dinheiro. “O fato de que você não está realizando atividade remunerada naquele momento não significa que o tempo não tem valor para você”, disse. Ele também argumenta que a maior parte das ofertas da Black Friday pode ser encontrada também em outras épocas do ano.

Em sua avaliação, para a maioria das pessoas, a economia na compra não compensa o tempo perdido. “Só há um dia pior do que a Black Friday para comprar. É o Dia de Ação Graças”, disse ele ao AllThingsD, numa referência às lojas que abrem nesse feriado americano, antecipando a Black Friday em um dia.

Resumindo, para Hoch, cabe a cada um pôr na balança o tempo gasto em busca do preço mais baixo e a economia obtida. O valor que a pessoa atribui a seu próprio tempo vai determinar se a compra vale a pena ou não. A avaliação parece ser mais favorável nas compras feitas no comércio eletrônico, que tendem, é claro, a exigir menos tempo do que aquelas feitas em lojas físicas.

Fonte: Engenharia É

29 de novembro de 2011

Como resolver lentidão do Macbook depois do upgrade pro Lion

Pessoal,

Este ano, assim que o Lion OS X foi lançado, fiz o upgrade do meu Macbook Pro usando a App Store. O upgrade foi simples; fiz o pagamento pela internet, baixei o instalador e o rodei. Tudo deu certo e o sistema continuou funcionando normalmente.

Normalmente? Bom, não tão normalmente assim. Depois de usar o sistema novo por algum tempo, comecei a notar uma lentidão totalmente anormal, que sequer o meu Macbook anterior (o White, com processador Core 2 Duo e 4GB de memória) apresentava. Considerando que o meu Macbook Pro tem também 4GB de ram, mas processador Core i5, era de se estranhar que seu desempenho estivesse tão pior que o do White.

Em alguns momentos, o sistema simplesmente travava por vários minutos. Bastava que eu abrisse mais de 10 abas no Chrome ou no Firefox, por exemplo. Abrir o Photoshop então tornou-se um suplício.

21 de novembro de 2011

Vídeo sobre o Laboratório de Sensores e Sistemas Embarcados (LASSE) da UFPA

Certo, pessoal, o blog realmente tá a um bom tempo (ou melhor, há um booooommmm tempo) sem atualizações, é verdade. Desculpem-me... O motivo é o mesmo de sempre: falta de tempo.

Mas este vídeo eu achei muito interessante divulgar. É um vídeo de apresentação do Laboratório de Sensores e Sistemas Embarcados (LASSE), vinculado à Universidade Federal do Pará. Foi produzido pela Faculdade de Engenharia de Computação (http://engcomp.ufpa.br/).

2 de março de 2011

Thunderbolt: a nova interface de transferência ultra-rápida de dados da Intel

Você já ouviu falar? A interface Thunderbolt (que vem de fábrica com o novo MacBook Pro, por exemplo), permitirá velocidades incríveis de transferência de dados.

O artigo que reproduzo abaixo explica melhor. Créditos: http://www.revolucaodigital.net/2011/03/01/intel-thunderbolt-oficial/.

(P.s.: Tá em português de Portugal.)
(P.s.2: Este artigo, em inglês, também fala do assunto.)

Intel oficializa chegada do Thunderbolt