28 de julho de 2008

Ex-funcionários do Google criam Cuil, novo serviço de busca

Por Eric Auchard

MENLO PARK, Estados Unidos (Reuters) - Uma empresa iniciante criada por antigos engenheiros do Google revelou no domingo um novo serviço de buscas na Web cujo objetivo é superar em tamanho o líder do setor, mas que enfrenta uma difícil batalha para mudar os hábitos de navegação dos internautas.

O Cuil (pronunciado como a palavra inglesa "cool") está oferecendo um novo serviço de buscas, em http://www.cuil.com, que a empresa afirma ser capaz de indexar mais rápido e mais barato uma porção da Web bem maior que a do Google, o serviço de buscas que hoje oferece o maior índice online.

O novo rival do Google afirma que seu serviço vai além das técnicas de busca dominantes, que se concentram em links e padrões de tráfego de audiência, e em lugar disso analisa o contexto de cada página e os conceitos por trás de cada pedido de busca dos usuários.

"Nossos significativos avanços em tecnologia de busca permitiram que indexássemos parte muito maior da Internet, colocando quase toda a Web ao alcance de todos os usuários", afirmou Tom Costello, co-fundador e presidente-executivo da Cuil, em comunicado.

Danny Sullivan, um analista de buscas na Web e editor-chefe do site Search Engine Land, disse que o Cuil pode tentar explorar queixas que os consumidores têm sobre o Google -a saber, o fato de que o serviço tenta fazer coisas demais, seus resultados favorecem os sites já populares e ele favorece demais certos sites de referência, como a Wikipedia.

"O momento pode ser propício ao surgimento de um desafiante", disse Sullivan, acrescentando rapidamente que "concorrer com o Google continua a ser uma tarefa desafiadora, como a Microsoft dirá".

A Microsoft, terceira maior empresa norte-americana no mercado de buscas na Web, vem procurando em vão, até o momento, unir forças com o segundo colocado do setor, o Yahoo, a fim de competir com o Google.

O Cuil foi fundado por um grupo de pioneiros das buscas, entre os quais Costello, que criou um protótipo da Web Fountain, a ferramenta de análise de buscas da IBM, e sua mulher Anna Patterson, arquiteta do imenso índice TeraGoogle de páginas da Web, operado pelo Google. Patterson também criou o sistema de buscas para uma empresa mundial de armazenagem de informações empresariais, a Recall, subsidiária do grupo australiano Brambles .

REUTERS AAJ

22 de julho de 2008

Google cria prêmio para estudante brasileira

Max Alberto Gonzales, da INFO
Quarta-feira, 16 de julho de 2008 - 10h41

SÃO PAULO – O Google criou um concurso que premia as mulheres que cursam faculdades de engenharia e tecnologia no Brasil.

O Prêmio Brazil Women in Technology abre as inscrições na próxima segunda-feira para alunas de graduação, mestrado e doutorado. Dez estudantes serão premiadas com notebooks e uma viagem ao escritório do Google em Belo Horizonte.

Segundo o Google, a iniciativa é inspirada no prêmio Anita Borg Technical Leadership, do instituto californiano antes chamado Institute Women for Technology, rebatizado com o nome da cientista da computação falecida em 2003, que fundou a primeira comunidade online para mulheres, a Systers.

O prêmio brasileiro tem o apoio da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). “Procuramos a SBC para entender porque há poucas mulheres no mercado de trabalho de engenharia e ciência da computação”, diz Patricia Prieto, gerente de captação de talentos do Google Brasil.

As inscrições serão feitas no endereço www.google.com/jobs/brazilwomen entre 21 de julho e 8 de setembro.

18 de julho de 2008

Gmail versão offline?

(E sete meses depois, eis que este Blog volta à atividade! :) )

Achei a notícia abaixo interessante. Mostra o quanto a Google está decidida a invadir de vez o mercado do qual a Microsoft (por enquanto) ainda é "dona"...

Google vai permitir uso "offline" do Gmail, diz consultor

da Folha Online

O Google está trabalhando para disponibilizar serviços de e-mail e agenda junto ao Google Gears, aplicativo que permite ao usuário, mesmo estando "offline", ter acesso a serviços como os editores Google Docs e Picasa. A informação foi divulgada por Andrew Fogg, consultor da empresa Kusiri Web.

Segundo o site especializado Cnet, a novidade deve ser lançada logo, permitindo o uso do Gmail mesmo sem estar conectado à internet.

"Nós estamos trabalhando para aumentar o número de serviços oferecidos pelo Gears, mas não temos uma data planejada para anunciar as mudanças", disse a empresa, em nota ao site.

Os lançamentos seriam mais um ataque ao mercado de softwares dominado pela Microsoft, uma vez que os aplicativos seriam concorrentes do Microsoft Outlook. Porém, como outros serviços do Google, também seriam gratuitos.

O Google Gears foi lançado em maio do ano passado e é um aplicativo de código aberto, o que significa que os programadores estão livres para adaptá-los a seu gosto. O aplicativo baixa dados suficientes no computador para permitir aos usuários usar estes programas on-line inclusive quando estão desconectados.

"Com o Google Gears eliminamos uma das maiores limitações do browser, a fim de criar uma plataforma mais forte para ativar toda sorte de aplicativos", disse o diretor-executivo do Google, Eric Schmidt, na ocasião do lançamento.

25 de dezembro de 2007

MS faz acordo e revela código para Samba

PLANTÃO INFO / 12/2007 / TI

Sexta-feira, 21 de dezembro de 2007 - 17h40

BRUXELAS - A Microsoft assinou um raro acordo com um grupo de software de código aberto.

O acordo cumpre parte das sanções que lhe foram impostas pela Comissão Européia por violações de leis antitruste.

"Isso deve reforçar a concorrência em um mercado que a Microsoft veio a dominar devido ao seu comportamento abusivo", disse Jonathan Todd, porta-voz da Comissão.

A Comissão decidiu em 2004 que a Microsoft deve fornecer informações sobre interconexão de modo a permitir que produtores rivais de software para servidores criem produtos capazes de operar de maneira tão suave com os computadores acionados pelo sistema operacional Microsoft Windows quanto as máquinas que usam software Microsoft para servidores.

O acordo, assinado nos Estados Unidos pela Protocol Freedom Information Foundation, tinha por objetivo ajudar a Samba, uma produtora de software gratuito e de fonte aberta para servidores.

"O acordo permite que conservemos o Samba atualizado diante das recentes mudanças no Microsoft Windows, e também ajuda outros projetos de software aberto que precisam interoperar com o Windows", disse Andrew Tridgell, criador do Samba.

O software em questão se destina a uso em escritórios por pequenos grupos, e administra a conexão com redes e o uso compartilhado de impressoras.

A Comissão constatou em 2004 que a Microsoft havia recusado oferecer informações de interconexão --conhecidas como protocolos--, de maneira que permitisse que os computadores acionados pelo Windows e servidores acionados por software produzido por concorrentes funcionassem juntos.

As ações da Microsoft para cercear a competição levaram sua fatia de mercado no software para servidores a disparar, e reduziram severamente o mercado de suas concorrentes, que essencialmente abandonaram esse segmento.

A Microsoft resistiu a cumprir a ordem até que o segundo mais alto tribunal da União Européia confirmou a decisão da Comissão, em setembro. Já que o Samba não era um software comercial e não havia como expulsá-lo do mercado, ele pôde se beneficiar da decisão.

Reuters

3 de maio de 2007

Gustavo & Kubuntu - The Begining

Em primeiro lugar, desculpem a demora tão grande em postar algo útil. Estou em TCC, e por isso meu tempo está cada vez mais curto. Meus dias já não têm 24 horas, e noites de sono já são luxo.

Mas vou dar início a alguns artigos sobre o Kubuntu Linux, que comecei a usar a aproximadamente duas semanas.

Neste pouco tempo, já tive que bater cabeça algumas dezenas de vezes com relação aos problemas técnicos que todo ser-humano encontra quando instala uma distribuição Linux numa arquitetura relativamente nova (AMD 64 bits). O mais interessante é que essas "batidas de cabeça" não foram demoradas; a quantidade de informação sobre os problemas do Kubuntu e a velocidade com que elas são disponibilizadas na net, inclusive em português, é algo que me surpreendeu - mesmo já sendo um usuário assíduo do Linux (em várias distribuições conhecidas, como Suse, Debian, Fedora/Red Hat, Conectiva, etc) há quase 4 anos.

Os problemas que encontrei eu consegui resolver em questão de horas ou até minutos, somente com o auxílio do Oráculo (mais conhecido como "google.com").

A facilidade em instalar novos programas, por meio do gerenciador de pacotes apt-get, também é cativante. Quando instalei o debian, logo no começo da minha jornada tuxiana, eu mal sabia o que era um gerenciador de pacotes - na verdade eu só sabia instalar programas por interface gráfica, pois estava (mal-)acostumado com o Windows.

A verdade é que agora eu só uso o Kubuntu. Com o Kubuntu, minha vida mudou!

E mais pra frente vocês irão conhecer um pouco mais desse sistema, pois irei relatar através deste espaço as dificuldades que eu for encontrando (e, espero, resolvendo também) no uso desta ótima distribuição.

Pra quem não conhece ainda e já quiser ir matando a curiosidade sobre o Kubuntu: www.kubuntu.org

Até o próximo artigo...

[]'s
Gustavo